Me derrama

Aqui
Deitada no chão
Medindo os limites
Da minha existência
Em toneladas

Minhas arestas me consomem
Meus limites me desmontam
Sou quadrada
Quando quero vastidão

Não sei conter essa finitude
Me inundo
Transbordo sem fundo

Sou poço
de escuridão

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