Tá rolando uma enquetezinha básica aqui no Samba!
Tá aí na barra lateral, à direita! Respondam se puderem, please! Quero saber que tópicos vocês gostam mais de ver por aqui…
Se o tópico que você gostaria de ver mais não estiver listado, escreva no “other” para eu saber!
Muitíssimo obrigada por todo o apoio, sempre!
Beijos
Mi
Categoria: Complicada e perfeitinha
Sobre mim!
E ontem a casa bateu o recorde!
Quinhentos e cinquenta e cinco acessos em 24 horas!
Diferentes acessos, afirmadíssimo pelo WordPress. Nem o meu conta.

(Tô até começando a duvidar… 555 neguinhos?? É muita coisa, hein!)
O Samba é Pop!!!! Isso todo mundo já sabia!
PS: AGUARDEM MAIS NOVIDADES, PODE SER QUE VENHA HOJE!!!
Algumas expressões em inglês que me tiram do sério…
Vamos lá. O que te tira do sério em inglês ou no idioma de onde você mora? Aqui tem algumas:
* Thanks a million. Não, agradece uma vez só que já tá bom, honey. Quem é que agradece um milhão? Fala só thanks, que poupa saliva.
* Cheers. Tá, é que nem “obrigado”, mas num sentido mais de “valeu”. Não é mal educado, mas eu acho que parece. Quando alguém só me dizia cheers no hotel eu ficava verde de raiva. Agradece direito, mas não precisa chegar no thanks a million!
* Not too bad. 50% dos ingleses respondem “how are you” com “not too bad”. Não quer dizer que eles estejam péssimos, mas dá deprê só de começar a conversa.
Carrie, a estranha
Tem coisas que estão soberanamente na moda. Não há quem tire do topo, não há quem não se inspire, não há quem não idolatre. E quem falar mal é muito sem noção, ou não tem a menor idéia de em que planeta tá vivendo. E é isso que eu DE-TES-TO em tudo que fica no topo sagrado e inatingível do público. A falta de crítica e do bom senso.
Tá, que eu também gosto (não adoro) Sex and the City. Tá, que eu também acho a Carrie muito bacana e estilosa. Mas que eu também acho que ela perdeu o relógio, acho. Que eu também acho que o povo às vezes fica insano, acho.
Um dia alguém foi lá e disse, Carrie Bradshaw é um ícone da moda. Todo mundo disse amém (como acontece pra muita coisa).
Tudo onde Patricia Field coloca a mão, vira ouro.
Agora, me diz… queria ver o povo topar com uma mulher de 44 anos, vestida assim no meio da Paulista e achar fabuloso.


Ou então encontrar uma assim na reunião da escola dos filhos:

Agora ela tá desse jeito, na filmagem do Sex and The City 2. Todo mundo cheio de elogios, “maravilhosa”, “pode tudo”, “perfeita”. Nossas mães se vestiam assim pra levar a gente no parque andar de bicicleta, lá nos anos 80! Ninguém nunca falou que elas eram ícones fashion!! A cena parece que é um flashback na vida de Carrie, voltando pra quando ela tinha 20 anos… 20 anos em que cara?

Não quero ser preconceituosa, mas acho que tudo tem um limite. A moda é feita para idades. Desde que se inventou a moda, se inventou o limite entre os 15, os 30, os 50. Se você é solteira, tem um corpão aos 40, ótimo. Use e abuse de peças bacanas, mas que te valorizem e não te deixem com ar de “esqueci de crescer”. Como o vestido Halston branco maravilhoso que a Carrie também estará usando nesse novo filme! Mas é aí que tá, é elegante, combina.
Outro dia vi numa revista aqui uma reportagem com uma mulher de 38 anos. De mini-saia rosa bebê, camiseta baby look com estampa de cupcake e presilhas rosa bebê no cabelo. Se fosse a Carrie todo mundo ia dizer que ela estava magnífica!
Colocar roupinhas teen em quarentona é demais pra minha cabeça. E todo mundo achando lindo é de revirar o estômago.
Elegance is not the prerogative of those who have just escaped from adolescence,
but of those who have already taken possession of their future.
(Coco Chanel)
08 de Setembro
É dia de estréia. É dia de cortar a faixinha!
É com muito orgulho que eu anuncio aos meus leitores a minha colaboração na revista digital “Mundo Mundano“.
A Mundo Mundano é um espaço para o debate de diversos temas, de forma contemporânea, através de crônicas, críticas e poesias de observadores e escritores mundanos. “Ela é feita pelo público para o público”.
Os mundanos se reúnem também em questões sociais, arrecadando livros para entidades carentes! E a revista impressa está prestes a ser lançada.
E é com muito orgulho que hoje anuncio a minha participação como Mundana. Entrem lá, naveguem e esperem pelo dia 08 de Setembro, com a abertura oficial com o texto “Você twitta como eu twitto?”
Sengundo texto agendado para 15 de Setembro, “Ela”. E sim, a revista terá crônicas inéditas minhas! Como a primeira!
Ensinando português
Um dia ensinei o marido a falar “urubu” em português. Foi num momento-bichinho-da-bobeira em que ele espirrou e eu disse “bless yooou, urubu”.
Ontem eu espirrei. E ele gritou lá da sala, “bless you, urubula”. Me matei de rir.
Um dia mamãe me ligou no skype e eu estava no banheiro, fazendo coisas que não convém explicações. Tocou, tocou, e nada do marido atender. Eu gritei pra ele atender e dizer que eu estava no banheiro e que já ligava para ela. Ele atendeu e disse:
– Milena. Banheiro. Piriri.
Hahahahaha.
Agora ele tá com mania de colocar inho e inha em tudo. Ontem eu ia tomar banho e ele disse “chuveirinha, porquinha”. Mas entenda o sotaque “chovierinha, pôkinha”. O mais engraçado é que ele não tem noção do que é substantivo feminino ou masculino, então surgem coisas bizarras.
Sim, eu já tentei ensinar português pra ele. Mas é muito difícil. Eu parei no dia da seguinte conversa:
– Babe, em português existem substantivos masculinos e femininos para o que em inglês é às vezes só uma palavra. Por exemplo, menina-menino. Cachorra-cachorro. Pata-pato. Gata-gato. Vaca…
– Vacoooo!!!
– (hahahahaaha) não, o masculino de vaca é boi.
– Por que? (muito confuso)
– Não seeeeeeeeei!!!!!!! (mais confusa ainda)
Tão passada que nem consigo pensar num título…
Gente, o que que é isso? Como que uma pessoa em sã consciência pode achar isso normal?
God save the Queen
Repostando, pra frisar mesmo.
Especial para quem mora desses lados da Terra, ou para quem quiser se inteirar com a vida por aqui…
Você percebe que está definitivamente morando na Inglaterra quando:
– Coloca vinagre na batata frita;
– Sabe que crisps, chips e fries são coisas completamente diferentes;
– Não reclama mais do tempo;
– Se mata de rir com os programas de humor,
– Faz picnic ou churrasco no primeiro dia de verão e toma sol de roupa no parque;
– Anda na neve de guarda-chuva;
– Não fala com os seus vizinhos, ou melhor, nem sabe quem são;
– Come weetabix, shreddies ou porridge;
– Sente falta de banheira quando não tem, mesmo se você nunca teve uma no Brasil;
– Acha estranho cumprimentar alguém com beijo…
– Usa mais sua bicicleta do que quando era criança;
– Já se acostumou com as teias de aranha nas janelas, e o barulho dos corvos e megpies;
– Tem cheddar na geladeira;
– Não tira mais fotos de patos;
– Sonha em inglês;
– Toma “tea” no tea break do trabalho, ou na escola. E com leite.
– Toma suco de laranja Tropicana e acha ótimo;
– Põe a “kettle on” quando chega alguém em casa (chaleira elétrica);
– Diz palavras como “fab” e “fantastic”;
– Chama alguém de mate e diz cheers ao invés de obrigado;
– Fala “ta-da” ou “toodieloo” ao invés de tchau;
– Convive bem com os poloneses, mas reclama dos “asians”.
– Compra feijão enlatado;
– Entende sotaques de Liverpool, Manchester, Escócia e Irlanda;
– Vai em praia de pedra sem reclamar;
– Anda de trem;
– Half a pint não faz mais efeito;
… to be continued…

