Tragam-me os pertencentes ao mundo

Ando com preguiça de amizades reais e virtuais que não agregam nada. Ando com tolerância zero para pessoas superficiais, desinteressantes, sonsas, falsas e dissimuladas. Sentimentos que mudam do dia pra noite, corações que pulsam ontem e adormecem hoje.
Não quero mais perder meu tempo com pessoas que consomem minha energia, que seguram minha evolução. Só quero ao meu lado as pessoas que me amam de verdade e que estarão comigo para o que der e vier. Sem falsas expectativas, sem espíritos complicados. Só quero o que flui, gente líquida, do bem. Gente que sabe se pronunciar e não tem medo de dizer o que sente; odeio pessoas emperradas.
Quero os livres de pensamento – mas os livres mesmo, não os que estão presos na ideia de liberdade. Sem nós na garganta e no coração, sem problemas remoídos, sem cicatrizes abertas.
Tragam-me os pertencentes ao mundo, quero os amantes do planeta e dos bichos. Quero tudo o que não for estereótipo e vier sem rótulo. Quero gente livre, sem máscara e sem medo. E que, principalmente, tenha bom gosto musical.

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Um comentário sobre “Tragam-me os pertencentes ao mundo

  1. Roberto disse:

    Ola Milena,
    Acabei de asistir a sua participação no programa do Oliver.
    Parabens pela sua desenvoltura, e pelas dicas.
    Moro em SP, na (nossa) vila Madalena.
    Abraços
    Roberto

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