Obrigada, Mônica

Só queria um tiquinho daqui pra agradecer publicamente ao comentário da Mônica Fielder, no post “100 MIL”. É por isso que eu continuo aqui, me metendo em enrascadas e escrevendo.
Muito obrigada, mesmo, Mônica. Seu comentário me encheu os olhos de lágrimas.
E eu adoooro vocês, seus escondidinhos que nunca aparecem e, de repente, deixam uns comentários lindos desses!!

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3 comentários sobre “Obrigada, Mônica

  1. Mònica Fielder disse:

    Ai, danadinha, foi você quem me fez chorar agora. Puxa, me senti até importante haha. Mas tudo que escrevi é a mais pura verdade, do fundo de meu coração. Olha só, já vim aqui 2 vezes hoje hehe. Fiquei realmente surpresa com essa demontração pública de agradecimento. Ah, e também sou descendente de italianos, a familia Ceolim ,que no começo do século 20,se dirigiram lá pras bandas de Minas Gerais, vindos da Itália. Quer dize,r não tão descendente direta assim como você, minha bisavó é que era italiana, mas não cheguei a conhecê-la, mas me lembro bem de um tio de minha mãe que misturava muito as 2 línguas e que até os 16 anos, morou na colònia italiana, assim dizia minha mãe. Olha só o nome dele, tio Florentino. Isso já diz alguma coisa, né? Beijinhos

  2. Mònica Fielder disse:

    Escrevi um comentário, mas não sei se foi. Em todo caso, obrigada, você, de todo o meu coração, por fazer meus dias aqui na Terra do tio Sam, menos solitários e por me trazer esperanças, de que sim, a gente sempre pode começar tuuuudo de novo, basta enfrentar os medos e encarar o novo, o assustador, que afinal nem é tão bicho papão assim. Acho que todo mundo que sai de sua terra natal,sua cultura, seu povo, sua familia, onde tinha um emprego, um cotidiano, mesmo que não seja nada glamoroso, mas está em sua zona de conforto, se sente meio perdido, confuso e temeroso de tudo por algum tempo. O medo de enfrentar o novo, em todos os aspectos, tem sido minha maior pedrona na chuteira por aqui. Mas devagar, bem devagar, vou enfrentando. No meu caso, a adaptação tem sido lenta. Também, já vim pra cá velha hahaha,talvez sem muito mais coisas pra ambicionar e atingir por aqui na terra das oportunidades ( que ultimamente anda mais parecida com a terra da “Grande Depressão de 29”). Mas chego lá, tenho o seu blog e de algumas outras expatriadas que passaram pelo mesmo que eu para me servir de alavanca, inspiração e motivaçao. Mil beijinhos.

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